sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Cães mensageiros da Primeira Guerra Mundial

Pastor alemão mensageiro pronto para transportar mensagens, munição, entre outras coisas, durante a Primeira Guerra Mundial. Fotografia: autor desconhecido.
Pastor alemão mensageiro pronto para transportar mensagens, munição, entre outras coisas, durante a Primeira Guerra Mundial. Fotografia: autor desconhecido.

Além de pombos e radiocomunicadores, os melhores amigos do homem — cães — também serviram como eficiente meio de comunicação e transporte de pequenos materiais durante os horrores da Primeira Guerra Mundial (1914-1918).

Presilhas e tubos para mensagens eram fixados à coleira do cão que, por sua velocidade e agilidade, mostrava-se um difícil alvo para atiradores inimigos. Sua capacidade de saltar e driblar trincheiras e arame farpado, assim como rapidamente percorrer longas distâncias, fizeram-no ser utilizado por ambos os lados durante a guerra.
Cão mensageiro fotografado no exato momento em que salta trincheira alemã, durante a Primeira Guerra Mundial. Fotografia: Museu Imperial da Guerra, Londres, Inglaterra.
Cão mensageiro fotografado no exato momento em que salta trincheira alemã, durante a Primeira Guerra Mundial. Fotografia: Museu Imperial da Guerra, Londres, Inglaterra.
Canil central francês, Primeira Guerra Mundial. Fotografia: autor desconhecido.
Canil central francês, Primeira Guerra Mundial. Fotografia: autor desconhecido.
Cão equipado com máscara de gás em canil francês, durante a Primeira Guerra Mundial. Fotografia: autor desconhecido.
Cão equipado com máscara de gás em canil francês, durante a Primeira Guerra Mundial. Fotografia: autor desconhecido.
Cães mensageiros medicados após ferimentos. Fotografia: autor desconhecido.
Cães mensageiros medicados após ferimentos. Fotografia: autor desconhecido.
A equipe do Museu de Imagens buscou informações para creditar a(s) imagem(ns). Entretanto, nada foi encontrado. Caso saibam, por gentileza, avisem-nos: contato@museudeimagens.com.br
REFERÊNCIA:
GORZONI, Priscila. Animais nas Guerras: A força do exército de bichos nas grandes batalhas da História. São Paulo: Matrix, 2010.
WILLMOTT, H. P.. Primeira Guerra Mundial. trad. Cecília Bartalotti, Myriam Campello, Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008.
 
Fonte:http://www.museudeimagens.com.br/caes-mensageiros-guerra/

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Artistas palestinos transformam fumaça das bombas israelenses em imagens poderosas

Enquanto o conflito na faixa de Gaza parece não encontrar o caminho da paz, artistas locais se mobilizam através da arte. A fumaça de explosões vista em algumas imagens de guerra na Palestina ganhou um toque de criatividade e foi transformada em outras figuras, por meio de desenhos feitos por Tawfik Gebreel, Bushra Shanan e Belal Khaled.

As sobreposições respondem às crises no país e procuram enviar uma mensagem humanitária universal, com o uso de símbolos de esperança e outros desenhos, que prestam homenagem aos mortos durante o conflito, à resistência e rebeldia.

Sabe quando ficamos olhando as nuvens em busca de figuras? A ideia partiu disso, seguindo os contornos exatos das fumaças. Só que, neste caso, a busca por conforto e até uma certa fantasia é ainda maior, servindo como um refúgio em meio à guerra e um grito de esperança.

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Todas as fotos © Tawfik Gebreel, Bushra Shanan e Belal Khaled

Fonte: http://www.hypeness.com.br/2014/07/fumaca-das-bombas-palestinas-sao-transformadas-em-outras-imagens-pelas-maos-de-artistas-locais/

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Como é a Cidade proibida, em Pequim?

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Construída de 1407 a 1420, ela foi concebida para ser o lar dos imperadores chineses – inicialmente, da disnatia Ming e, depois, da Qing. Com exceção da família do regente e seus empregados, ninguém sabia o que se escondia atrás de seus muros de 10 m de altura, circundados por um fosso com água de 52 m de largura. O mistério acabou em 1924, após a revolução que tornou o país uma república. A área de 720 mil m2 reúne aproximadamente 8 mil cômodos, distribuídos em cerca de 800 prédios luxuosos, que hoje foram convertidos no Museu do Palácio Imperial.
PORTAS ABERTAS
Conheça alguns dos prédios do Museu do Palácio Imperial
Guerra e paz
Em várias épocas, a Galeria da Eminência Militar foi usada pelo imperador para receber ministros e reunir a corte. Virou uma espécie de setor de análise estratégica em tempos de guerra. Hoje, abriga a Galeria de Pintura – com a maioria das obras de arte feita no palácio.
O dragão reina
O principal templo é a Galeria da Harmonia Suprema, que era reservada para cerimônias importantes, como coroações e aniversários do imperador. Apenas ele podia entrar pela rampa de mármore adornada com esculturas de dragões. Até hoje estão no salão os carrilhões musicais de jade e o Trono do Dragão, de onde o imperador emitia suas decisões absolutas.
- A Cidade foi toda construída segundo os preceitos feng shui, a milenar arte chinesa de harmonizar ambientes.
Há vagas
O regente usava o Salão da Harmonia Preservada como vestiário antes de rituais. Aqui, ele saudava convidados e discursava para os filhos que tinha com suas esposas e muitas concubinas. Outra função era receber alguns banquetes e os exames palacianos – uma espécie de concurso que selecionava cidadãos para altos cargos governamentais.
O zen da natureza
O Jardim Imperial era um dos poucos lugares aonde as pessoas enclausuradas no complexo podiam ir para relaxar. Rodeado de lagos, pinheiros, flores e bambu (símbolos clássicos da jardinagem chinesa), o local recebia praticantes de meditação e famílias, que se reuniam para jogar xadrez ou tomar chá.
A casa virou gabinete
Na dinastia Ming e no início da dinastia Qing, o Palácio da Pureza Celestial era a residência do imperador e da imperatriz. Depois de subir ao trono, Yongzheng, o terceiro imperador dos Qing, mudou sua residência para o Salão do Culto Mental e este palácio virou seu escritório. Até hoje, acima do trono, há uma placa em que se lê: “Justiça e transparência”.
Saber pro escrito
A Galeria da Glória Literária abrigava todo o acervo tipográfico do palácio, de livros sagrados a relatórios dos imperadores, e era palco das leituras cerimoniais realizadas pelos respeitados estudantes do confucionismo (um sistema filosófico chinês). Atualmente, a área reúne 429 peças de cerâmica do palácio – é a chamada Galeria de Cerâmica.
- No Palácio da Tranquilidade Terrestre rolavam os casamentos imperiais, em uma câmara inteiramente pintada de vermelho.
Fonte:http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-e-a-cidade-proibida-em-pequim